sexta-feira, 26 de agosto de 2011

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É sempre aquela história de não saber se dar, se doar, se dizer, se contentar... Tudo fica tão confuso por dentro que parece que até se gosta de complicar as coisas... Como se as escolhas fossem fáceis, como se os dias fossem fáceis... Cada escolha é uma renúncia. E se a renúncia for a escolha da vez? Como saber se é mesmo isso que se quer? Como saber se é o certo? Apaixonar-se é difícil, mas desapaixonar-se é consequencial.


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