não era pra falar de mim, talvez fosse pra falar de tudo... Mas como falar de tudo se não o conheço? Então abro as aspas para falar de mim e das coisas que prezo... Uso as palavras que gosto, sendo minhas ou não para expressar o que penso ou simplesmente o que vai aqui dentro.. Sem precisar de platéia, ao menos posso enxergar o que passo do jeito que quero. Atenção: Fotos - Reprodução
terça-feira, 9 de março de 2010
domingo, 7 de março de 2010
quinta-feira, 4 de março de 2010
de Nando Reis. ♪

Pra você guardei o amor que nunca soube dar, o amor que tive e vi sem me deixar sentir sem conseguir provar, sem entregar e repartir. Pra você guardei o amor que sempre quis mostrar, o amor que vive em mim, vem visitar, sorrir, vem colorir solar, vem esquentar e permitir. Quem acolher o que ele tem e traz, quem entender o que ele diz, no giz do gesto, no jeito pronto do piscar dos cílios, que o convite do silêncio exibe em cada olhar... Guardei sem ter porquê... Ou por razão nenhuma outra qualquer... Além de não saber como fazer pra ter um jeito só meu de me mostrar.
Pra você guardei o amor que aprendi vendo meus pais, o amor que tive e recebi e hoje posso dar livre e feliz. Céu cheiro e ar na cor que arco-íris risca ao levitar. Vou nascer de novo, lápis, edifício, tevere, ponte... Desenhar no seu quadril, meus lábios beijam signos feito sinos. Trilho a infância, terço o berço do seu lar.
me chama -

NEM SEMPRE SE VÊ: - lágrimas no escuro.
( cadê você? )
NEM SEMPRE SE VÊ: - mágicas no absurdo.
( cadê você? ).
Tá tudo cinza sem você, tá tão vazio... E a noite fica sem porquê... Aonde está você? Me telefona ! me chama, me chama, me chama ...
NEM SEMPRE SE VÊ: - mágicas no absurdo.
( cadê você? )
NEM SEMPRE SE VÊ: -lágrimas no escuro.
( me chama, me chama, me chama.)

